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PROTEÍNA É MUITO MAIS QUE MÚSCULO!
PROTEÍNA É MUITO MAIS QUE MÚSCULO!

                                                                          PROTEÍNAS

proteinas alimentosQuando se ouve falar em proteínas, qual a primeira ideia que se tem?

Imagino que a maioria das pessoas pensam em carnes, leites, enzimas, etc., mas, o que realmente são as proteínas? Quais as suas funções?

O termo proteína deriva do grego proteíos, “que tem prioridade”, “o mais importante”.

As proteínas são consideradas as macromoléculas mais importantes das células. E para muitos organismos, constituem quase 50% de suas massas.

As proteínas são formadas a partir da união de muitos aminoácidos. Elas possuem diversas funções nos mais diversos organismos. A partir disso, pode-se notar que as proteínas não são somente as mais abundantes macromoléculas, mas também, são muito importantes para a vida.  Os milhares de enzimas que um organismo possui são todas proteínas com funções importantes. As informações genéticas, por exemplo, são expressas através de proteínas.

 

                                                             AMINOÁCIDO

Estrutura elementar de uma proteína. Em todos os aminoácidos são encontradas, pelo menos, duas funções orgânicas, um ácido carboxílico e uma amina, ligadas a um mesmo átomo de carbono (carbono alfa), que também se liga a um átomo de hidrogênio (H) e um radical carbônico.

Proteína não é exatamente carne!

As proteínas, como dito, são formadas a partir da combinação de aminoácidos. Entretanto, só existem 20 aminoácidos primários, a partir dos quais são formados outros aminoácidos e as milhares de proteínas. Mas, o que as diferenciam? Uma proteína tem função de defesa (anticorpos, veneno de serpentes), outra, função de reserva (ovo albumina, encontrada no ovo, caseína, encontrada no leite) e outras, a função estrutural (queratina, colágeno). Qual a diferença entre elas?

A diferença é a sequência na qual os aminoácidos se organizam. A partir dessa sequência de organização dos 20 aminoácidos é que a função se destaca.

aminoácidoOs aminoácidos primários são: glicina, alanina, valina, leucina, isoleucina, fenilalanina, triptofano, serina, treonina, tirosina, ácido aspártico, ácido glutâmico, lisina, arginina, histidina, metionina, cisteína, cistina. Asparagina, glutamina e hidroxilisina são derivações de outros aminoácidos.

A combinação destes aminoácidos possibilita 1011 ou mais possíveis sequências de aminoácidos, ou melhor, proteínas. Dos 23 aminoácidos, alguns são essenciais, ou seja, não são produzidos pelos organismos. Para o homem, 10 são essenciais (valina, leucina, isoleucina fenilalanina, triptofano, treonina, lisina, arginina, histidina e metionina). Eles são necessários ao organismo e devem ser ingeridos através da alimentação, por exemplo.

As principais fontes de proteínas são as carnes (de frango, de peixe e de boi), os ovos, os laticínios (leites, queijos e iogurtes) e as leguminosas (feijão, soja, lentilha). Como cada alimento possui alguns tipos de aminoácidos e não outros, a necessidade de uma alimentação diversificada é essencial.

Como dito, as proteínas possuem muitas funções biológicas, entre elas, as enzimas, as proteínas transportadoras, de reserva, estruturais e de defesa. Alguns exemplos de proteínas são:

 

                                                                  ENZIMAS

Proteínas altamente especializadas e com atividade catalítica. Mais de 2000 enzimas são conhecidas, cada uma capaz de catalisar um tipo diferente de reação química.

Enzimas são proteínas com função específica. As enzimas apresentam atividade catalítica e são altamente seletivas e especializadas, ou seja, uma enzima é capaz de acelerar uma determinada reação bioquímica em milhares de vezes, mas não apresenta nenhuma atividade em outro meio reacional. Atualmente, são conhecidas mais de 2 mil enzimas, sendo cada uma capaz de catalisar um tipo específico de reação química/bioquímica.

As enzimas, por serem tipos especiais de catalisadores, fornecem caminhos alternativos e menos energéticos para reações bioquímicas. Como todos os catalisadores, as enzimas participam das reações, interagindo com as espécies envolvidas e fornecendo um caminho “mais fácil”, menos energético para obtenção dos produtos. No entanto, assim como todos os catalisadores, no final do processo catalisado, as enzimas permanecem inalteradas, podendo promover a mesma reação entre novas moléculas de espécies reagentes. As enzimas, como todos os catalisadores, alteram a rapidez de reações, aumentando a taxa de conversão em produtos, mas não altera a posição do equilíbrio químico presente.

EnzimasAlgumas enzimas são compostas pela associação de uma proteína e um cofator. O cofator pode ser:

    • Grupos prostéticos – grupos orgânicos que estão ligados à proteína, de maneira permanente;
    • Grupos ativadores – íons metálicos que se ligam temporariamente no sítio ativo da enzima, fornecendo carga positiva à enzima;
    • Coenzimas – moléculas orgânicas derivadas de vitaminas (normalmente), que se ligam permanentemente à enzima e interagem temporariamente com o complexo enzima-substrato.

A estrutura e a função de uma enzima, assim como de proteínas diversas, podem ser alteradas de maneira temporária ou permanente, dependendo das condições do meio em que se encontram. Alterações na temperatura e até no pH do meio podem alterar a atividade catalítica de uma enzima, pois podem alterar a conformação e até mesmo as ligações intra e intermoleculares que existem na proteína denominada enzima. Dessa forma, as condições em que uma enzima apresenta atividade catalítica é bastante específica e sensível.

Como as enzimas funcionam?

As enzimas possuem a capacidade de interagir com um dos reagentes (substratos) e minimizar a energia e o tempo gasto para que uma reação ocorra. Para que uma enzima atue como acelerador de uma reação, é necessário que ela possua um sítio ativo, região da molécula que possui conformação (disposição no espaço) e grupos funcionais específicos para interagir com apenas um substrato. Quando a enzima interage apenas com um substrato, haverá uma nova rota para a reação entre os substratos, menos energética e mais rápida, pois a enzima e o substrato que está interagindo formam um intermediário que reagirá mais facilmente e formará os produtos necessários. Quando ocorre a reação e os produtos são formados, a enzima está livre e inalterada para promover a mesma reação com novos substratos.

 

                                                           PROTEÍNAS TRANSPORTADORAS

HEMOGLOBINASão as responsáveis por transportar especificamente moléculas ou íons de um órgão para outro. Um exemplo é a hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio dos pulmões aos outros órgãos e tecidos.

 

 

 

 

 

Proteínas Contráteis ou de movimento

ACTINA

 

São elas as responsáveis pela função de contração de algumas células. São elas, também, as responsáveis pela mudança de forma e movimento de algumas células. Exemplos deste tipo de proteína são a actina e a miosina, que estão presentes no sistema contrátil de músculos esqueléticos.

 

 

 

 

Proteínas EstruturaisCOLÁGENO

São proteínas que servem para dar firmeza e proteção à organismos. Um exemplo muito comum deste tipo de proteína é o colágeno, altamente encontrado em cartilagem e tendões, sendo bastante resistente à tensão. Unhas e cabelos são formados, basicamente, por queratina, outro tipo de proteína estrutural.

 

 

 

 

 

Proteínas de defesa

LEUCÓCITOSSão proteínas com função de defesa de organismos contra invasões de outras espécies. Exemplo disso, são os leucócitos (glóbulos brancos, anticorpos), proteínas especializadas com função de reconhecer e neutralizar vírus, bactérias e outras proteínas estranhas.

Fibrinogênio e trombina são outras proteínas responsáveis pela coagulação do sangue e prevenção de perda sanguínea em casos de cortes e machucados.

Além dessas proteínas, existem várias outras, com funções o mais diversificado possível. No entanto, elas não serão discutidas aqui.

A caseína, proteína presente no leite é uma proteína bastante completa, pois ela possui todos os aminoácidos essenciais, ou seja, os aminoácidos que são necessários para o corpo humano e não são produzidos pelo organismo.

 

                                         DISTÚRBIOS CAUSADOS POR DEFICIÊNCIA DE PROTEÍNA

Proteínas são necessárias em quantidades pouco todos os dias, ou seja, cerca de 140 gramas para crianças e 160 gramas para adultos. Às vezes, as pessoas não consomem alimentos que contenham proteínas e, consequentemente, sofrem de doenças de deficiência. Marasmático kwashiorkor e desnutrição energético-proteica (PEM) são as doenças causadas pela deficiência significativa de proteína. Além disso, ter uma dieta que carece de proteínas pode fazer uma pessoa propensa a doenças como o câncer de mama, câncer de cólon, baixa frequência cardíaca, doenças cardíacas, anemia, etc. Deficiência de proteína trifuncional é uma das doenças raras causadas por deficiência proteica em crianças e adultos. Existem vários sintomas de deficiência de proteína que pode ajudar você sabe que sua dieta é pobre em proteínas. A seguir estão os sintomas proeminentes de deficiência de proteína:

  • Edema
  • Fragilidade do cabelo e perda de cabelo
  • Linhas em unhas dos dedos do pé e os dedos
  • Pigmentação reduzida no couro cabeludo e outras partes do corpo
  • Perda de peso
  • Erupção cutânea
  • Pele escamosa
  • Constante sensação de letargia
  • Dor do músculo
  • Má cicatrização de feridas

Se a deficiência se torna mais grave, a gravidade do aumento de sintomas e maior número de sintomas aparecerem. Além destes, os seguintes são os sintomas mais alguns de deficiência de proteína.

  • Depressão
  • Ansiedade
  • Distúrbios do sono
  • Alterações de humor
  • Dor de cabeça
  • Náusea
  • Dor abdominal
  • Desmaio
  • As proteínas têm sua digestão iniciada no estômago. “Ao longo de todo o trato gastrintestinal, enzimas proteolíticas atuam de modo a reduzi-las a aminoácidos. Deste modo, monossacarídeos e aminoácidos são absorvidos nas células intestinais”. O conteúdo de aminoácidos utilizáveis nos vegetais é muito superior ao encontrado em alimentos de origem animal. No entanto, o calor do cozimento coagula ou destrói muitos aminoácidos que perdem sua função para o uso do corpo. Portanto prefira sempre alimentos frescos.
  • Referência Bibliográfica

    1– Proteínas Vegetais – Proteína não é exatamente carne!

    2– O que são enzimas?
    3– LEHNINGER, A. L, Princípios de Bioquímica, Editora Sarvier, São Paulo, 1984.
    4– FONSECA, M. R. M, Completamente química: química orgânica, Editora FTD, São Paulo, 2001.

    Fonte: http://quiprocura.net/wordpress/portfolio-item/proteinas/

  • Fonte: http://www.lifestyles.com.br/index.htm/2011/07/deficiencia-de-proteina/

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