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DEGRADAÇÃO DO MEIO AMBIENTE
DEGRADAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

ecologia

Criada no ano de 1959, a Amway já nasceu ecológica, com o lançamento do LOC (Limpador Orgânico Concentrado) o primeiro produto biodegradável para limpeza, novidade que rendeu imediata adesão das pessoas, que começavam a se inquietar com os primeiros sinais visíveis de poluição ambiental.

Você vai observar o que os produtos que usamos no dia a dia, como sabão em pó, detergentes de louças e produtos de limpeza fazem com nosso meio ambiente e poderá optar não só em usar produtos ecologicamente corretos como também reduzir drasticamente a quantidade de embalagens lançadas diariamente em nossa natureza.

ecologiaOs esgotos domésticos se compõem basicamente de: águas de banho, urina, fezes, restos de comida, sabão, detergentes e águas de lavagem.
O cálculo para determinar a quantidade de esgoto produzido por habitante na região de São Paulo, varia aproximadamente de 90 a 210 litros/dia por pessoa.
Valores médios entre130-170 litros de esgoto/dia por pessoa.

Estamos cada vez mais consumindo grandes quantidades de águas para as nossas necessidades diárias e em contra partida estamos poluindo nossas fontes com os despejos de nossos esgotos deste mesmo uso.

A gordura que sai das residências acaba entrando na rede de esgoto e se acumulando na parede da tubulação e com o tempo, a gordura junto com restos de alimentos, cabelos e alguns outros tipos de detritos estrangula a tubulação, não permitindo a passagem dos detritos, o que acaba provocando o rompimento de tubulações ou nos casos de chuvas fortes, o transbordamento desse esgoto para as ruas, agravando ainda mais a situação.

USANDO OS PRODUTOS AMWAY, REDUZ-SE DRASTICAMENTE A QUANTIDADE DE EMBALAGENS LANÇADAS NO MEIO AMBIENTE. VAMOS FAZER AS CONTAS:

meio ambiente1 kg do SA8 sabão da Amway, equivale a 8 caixas do sabão em pó líder de vendas do mercado.

1 litro do Dish Drops equivale a 20 embalagens de detergente de louças top de linha do mercado.

1 litro de LOC equivale a 130 litros do melhor limpador do mercado, o que equivale a 130 embalagens do mesmo.

1 litro do SA8 alvejante, equivale a 12 embalagens de 1 litro de alvejante líder de vendas do mercado.

Ou seja, usando nossos produtos, você deixa de jogar na natureza:

7 + 17 + 129 + 11 = 164 embalagens que seriam jogadas no lixo! Isto, uma única residência!

10 famílias usando estes produtos, menos 1.640 embalagens jogadas no lixo!

100 famílias, 16.400 embalagens a menos!

1.000 famílias, 164.000 embalagens a menos!

10.000 famílias, 1.640.000 (Isso mesmo, um milhão, seiscentas e quarenta mil embalagens a menos)!

100.000 famílias, 16.400.000 (Isso mesmo, dezesseis milhões e quatrocentas mil embalagens a menos)!

Isso tudo, no período de apenas 4 meses. Se quiser calcular estes volumes por ano, multiplique por 3.

Mas nossas embalagens plásticas, por exemplo, são feitas com material orgânico. Assim, ao invés de jogar nossas embalagens no lixo, você pode enterra-las em um lugar do seu próprio jardim que em mais ou menos um ano elas se decomporão e se tornarão em adubo!

Nosso sabão em pó (SA8 Premium) vem acondicionado dentro de um saquinho de plástico biodegradável. Ao terminar de usar o produto, enterre o plástico em seu jardim, dobre a caixa de papelão e mande para reciclagem!

Ou seja, poluição praticamente zero!

 POLUIÇÃO QUE MATOU UM RIO HISTÓRICO

tietê antigo

No início do século XX, o Rio Tietê era um dos locais de lazer preferidos dos paulistanos: piquenique, natação, pesca e esportes aquáticos. Às suas margens, estabeleceram-se três clubes de regatas: o Club Canottieri Esperia, formado pelos italianos, o São Paulo e o Tietê.

As atividades esportivas continuaram até a década de 1950, quando o Tietê transformou-se no esgoto a céu aberto na cidade. Hoje em dia, são despejadas diariamente cerca de 134 toneladas de lixo inorgânico em suas águas, e o índice de oxigênio na água é zero. O Rio Tietê volta a dar sinais de vida somente depois da cidade de Salto.

 

 

 tietê atualMuitas pessoas nem imaginam, mas o detergente que usamos para lavar nossas louças, o sabão em pó usado para lavar nossas roupas, os produtos à base de água sanitária e outros produtos químicos para limpar a casa, tudo isso contribui de forma avassaladora para a destruição de córregos, riachos, rios, lagos, lagoas e mares.A imagem ao lado, mostra o rio Tietê, atualmente, sem nenhum vestígio de vida.Mas o pior de tudo isso, é que toda essa água "volta" para nós, depois de passar por processos químicos de purificação, trazendo, muitas vezes, produtos altamente tóxicos para nossa saúde, nossa pele, nosso couro cabeludo e nossos pulmões.

 

usina de tratamentoQuando você liga o seu chuveiro, o aquecimento da água provoca o desprendimento do cloro, que se mistura com a fumaça da água e pode provocar graves afecções alérgicas e causar danos sérios aos pulmões.

O cloro contido na água também ataca o couro cabeludo e a pele. Por este motivo, não use água quente demais, não demore muito no seu banho e nunca lave seus cabelos com água muito quente.

O maior depósito de lixo do mundo não se localiza em terra firme. Está no Oceano Pacífico, numa imensa região do mar que começa a cerca de 950 quilômetros da costa californiana e chega ao litoral havaiano. Seu tamanho já se aproxima de 680 mil quilômetros quadrados, o equivalente aos territórios de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo somados – e não pára de crescer.

mar de lixoDescobridor do aterro marinho gigante, também chamado de “vórtice de lixo”, o oceanógrafo norte-americano Charles Moore acredita que estejam reunidos naquelas águas cerca de 100 milhões de toneladas de detritos – que vão desde blocos de brinquedos Lego até bolas de futebol e caiaques. Correntes marinhas impedem que eles se dispersem. “A idéia original que as pessoas tiveram foi que era uma ilha de lixo plástico sobre a qual você quase poderia andar”, observa Marcus Eriksen, diretor de pesquisas da Algalita Marine Research Foundation, organização norte-americana criada por Moore. “Não é nada disso. É quase uma sopa plástica.”

mar de lixoCerca de 20% dos componentes desses depósitos são atirados ao mar por navios ou plataformas petrolíferas. O restante vem mesmo da terra firme. Segundo o oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, especializado em destroços de navegação e que acompanha a presença de plásticos nos mares por mais de 15 anos, o vórtice de lixo se assemelha a um organismo vivo: “Ele se move como um animal grande sem coleira.” A aproximação dessa massa à terra firme, por eventuais mudanças de correntes marinhas, produz efeitos temíveis, assinala o cientista: “A colcha de lixo regurgita, e você tem uma praia coberta com esse confete de plástico.”

MOORE DESCOBRIU o mar de lixo por acaso. Em 1997, ele participava de uma competição de iatismo entre Los Angeles e o Havaí e tentou cortar caminho por uma rota evitada pelos navegadores, entrando no vórtice conhecido como North Pacific Gyre (“Giro do Pacífico Norte”) – uma região sem ilhas onde as águas do Pacífico se movimentam lentamente de forma circular, no sentido horário, por conta de ventos escassos e fortes sistemas de alta pressão. O acúmulo de detritos ali chega a tal ponto que para cada quilo de plâncton nativo da região contam-se seis quilos de plástico.

Moore ficou boquiaberto por se ver cercado de detritos, dia após dia, a tamanha distância do continente. “A cada vez que eu subia ao convés, havia lixo flutuando perto”, ele disse numa entrevista. “Como pudemos emporcalhar uma área tão imensa? Como isso podia continuar por uma semana?” A experiência marcou tanto o oceanógrafo que ele, herdeiro de uma família que fez fortuna com petróleo, vendeu toda a sua participação acionária e se tornou um ambientalista (http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/meio-ambiente/mar-de-lixo).